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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

LADSTON DO NASCIMENTO - DISCOGRAFIA (REPOST A PEDIDO)

Atendo ao pedido do amigo e colaborador do blog Marcelino Lima (https://barulhodeagua.com) estou repostando a discografia de Ladston do Nascimento, porem sem o 1º disco "Vida" que até o momento não consegui encontrar nos meus arquivos de backup, mas assim que estiver em mãos tb irei postar.

Natural de Belo Horizonte, Ladston do Nascimento gravou seu primeiro disco em 1991, o LP Vida, com parcerias e produção de Antonio Martins e arranjos de Zezinho Moura.

O segundo LP, Anjim Barroco, de 1998, com arranjos de Juarez Moreira e Ladston do Nascimento. Deste trabalho, sobressaíram as faixas Manhã, que foi trilha sonora da novela “Serras Azuis”, da Rede Bandeirantes e Baiãozim, que teve um videoclipe dirigido por Éder Santos, veiculado na MTV e que concorreu na categoria “Melhor Clipe do Ano” de 1998/1999.

Em 2000, Anjim Barroco também foi lançado nos Estados Unidos, pela Malandro Records, do produtor americano Rick Warm, com o nome Voice of the Heart (A Voz do Coração), sendo indicado pela revista americana especializada em música Jazztimes, como um dos melhores discos lançados nos Estados Unidos em 2000, sendo distribuído também no Japão e países da Europa.

Entre os anos de 2003 e 2004, lançou Simbora, João!, que contou com a participação especial do cantor e compositor Edu Lobo, além dos músicos Robertinho Silva e Cristóvão Bastos, dentre outros. Numa diversidade de ritmos, este cd autoral do cantor e compositor Ladston do Nascimento teve parcerias nas letras de Antonio Martins e o mais novo parceiro Fernando Brant. Também é de Antonio Martins a produção e os arranjos e a direção musical foram de Juarez Moreira, Rogério Leonel e Ladston do Nascimento. O arranjo coral e rítmicos de base foram de Zezinho Moura e Esdra Neném Ferreira, respectivamente.

Entre os diversos trabalhos na área musical, destaca sua participação como parceiro e intérprete das trilhas sonoras compostas por Marcus Viana para novelas e minisséries. Como parceiro, as trilhas sonoras das novelas “Pantanal” e “Xica da Silva”, ambas da extinta TV Manchete e intérprete das trilhas sonoras das minisséries “A Casa das Sete Mulheres” e “Aquarela do Brasil”, interpretando o “Hino Nacional” e o “Hino dos Expedicionários”, exibidas pela Rede Globo de televisão.

Em sua trajetória artística, vem colecionando prêmios como cantor, compositor, músico instrumental e criador de trilhas sonoras para o teatro, musicando mais de 70 peças, entre elas as premiadas peças “A Prostituta Respeitosa”, “A Comédia dos Sexos”, “Bicho de Lata”, “A Bela e a Fera”, “Gasparzinho”. Em julho de 2009, recebeu o Prêmio SIMPARC de melhor trilha infantil com a peça “Mogli, o Menino Lobo”.

Em  quase 30 anos de carreira, ele vem reafirmar que é um autêntico discípulo de um estilo musical que ajudou a transformar o Brasil. Com Antonio Martins mostra neste trabalho, a extraordinária capacidade de renovação da música mineira. Produzido impecavelmente por Jota Souza, torna-se ideal para quem quer ouvir e sentir, no mesmo ambiente, versos ricos de Antonio Martins, Fernando Brant, Tadeu Franco, do próprio Ladston e muitos outros.

Com o repertório destes discos, o cantor tem apresentado-se com muito sucesso em várias cidades brasileiras. Seu show, além de canções dos trabalhos lançados, tem releituras e composições próprias. É acompanhado no palco pelos músicos Carlos Augusto Menezes na bateria e Juliana Serra nos teclados.

Discografia de Ladston do Nascimento:
LP “Vida" (1991) / "Anjim Barroco/A Voz do Coração" (1998) / "Voice of the Heart" (2000)/ "A Voz do Coração (reedição)" (2003)/ "Simbora, João!" (2003/2004) / “Lugarzim” (2011).


Se vc gostar de algum dos discos abaixo, adquiri o original valorize a obra do artista.

ANJIM BARROCO/A VOZ DO CORAÇÃO

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CANTO SAGRADO

SIMBORA JOÃO
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CANTO SAGRADO

LUGARZIM
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CANTO SAGRADO

domingo, 13 de agosto de 2017

RAMON E ROZADO - HERANÇA (EXCLUS. CSDT)

Como hoje é dia dos Pais quero parabenizar a todos e celebrar com vocês esse  excelente disco da dupla de pai e filho Ramon e Rozado.
Nas palavras de Saulo Laranjeira: "Incansáveis divulgadores da autêntica música regional, Ramon e Rozado, pai e filho, são responsáveis pelo mutirão de músicos, poetas, autores e admiradores, que se reúnem para festejar os encantos da cultura popular brasileira. Um trabalho consistente, com interpretações autênticas e personalizadas, arranjos bem elaborados e um repertório de qualidade que com certeza atende à expectativa de um público ávido por consumir a boa música regional. 

Composições de Ramon e Rozado e de grandes ícones da música regional e da música popular brasileira estão presentes no repertório. Uma celebração merecida a grandes mestres do cancioneiro brasileiro como: Xavantinho, Renato Teixeira, Zé Mulato, Ivan Lins, Tião do Carro, Zé Fortuna, Almir Sater, entre outros. Além das participações especiais dos grandes intérpretes Paulinho Pedra Azul, Celia e Celma e Sérgio de Andrade."

01 - Sertaneja - Ivan Lins e Vitor Martins
02 - Figura do Velho - Caetano Erba e Tião do Carro
03 - Amora - Renato Teixeira
04 - Lindo e Triste Brasil - Toquinho
05 - Amor de Violeiro - Geraldo Carvalho e Laudacy
06 - Brasil Poeira - Renato Teixeira e Almir Sater
07 - Cheiro de Relva - Dino Franco e Zé Fortuna
08 - Alpendre da Saudade - João Pacífico e Edmundo Souto
09 - Herança - Chico Rozado e Marcos Violeiro
10 - Lenço e Vento - José Pedro e Raymundo Prates
11 - Meu Céu - Zé Mulato e Xavantinho
12 - Violeiro e Cantador - Chico Rozado e Ramon Rozado
13 - Sou Igual Um Passarinho - Nonô Basílio
14 - Tropas e Boiadas - Tony Damito e Carlos Cezar        

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domingo, 6 de agosto de 2017

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS




CACHOEIRAS DE MINAS


DELICIAS DE MINAS

Delicioso padrão mineiro
Amizade que tempera
 
Domingo é dia de frango, de futebol e de descanso. Para um grupo de amigos de Teófilo Otoni, é dia também de reunião em um tradicional bar, tomar a boa e velha cerveja gelada e soltar o lado cozinheiro que há dentro de cada um. Faça chuva ou faça sol, essa verdadeira confraria se encontra há décadas no Bar Capela, nome que, no meio da turma, dá margem à invenção das mais diversas piadas. "Domingo é dia de rezar, por isso a gente vem ao Capela", solta Luiz Roberto Andrade, um dos integrantes do grupo. É ele quem explica o funcionamento da "missa". "Cada domingo, um de nós deve trazer uma prenda de casa. Hoje é o meu dia." Animado, Luiz levou como prenda sua tradicional receita de dobradinha. Incrementado com linguiça, bacon e carne seca, o prato é, de acordo com as próprias palavras de seu criador, "uma confusão de sabores". Aberto há mais de 30 anos, o Capela ocupa um imóvel antigo, de pé direito alto, cujo tamanho não comporta nem metade do grupo. Na falta de espaço, a calçada se torna extensão do estabelecimento, com direito até a churrasqueira. Portanto, caso você passe pelo Bar Capela num domingo qualquer, não estranhe. É apenas a amizade brindada com porções generosas de tempero e alegria.

1,5 kg de dobradinha

1,5 kg de carne seca de segunda, picadinha
e já dessalgada.


400 g de bacon frito
e picado


400 g de paio frito e picado em rodelas

4 dentes de alho picados

2 cebolas picadas

Sal a gosto

Pimentas de cheiro
e do reino a gosto


Cheiro-verde e
tempero a gosto

3 limões

1 copo (americano)
de vinagre



1 colher (sopa) de colorau

2 colheres (sopa)
de azeite
Pimentões


Como fazer Dobradinha com carne seca
Ferventar a carne por 20 minutos, escorrer e reservar. Com uma faca, limpar a dobradinha. Lavar bem e deixar de molho no caldo dos limões por 20 minutos. Levar ao fogo com água e vinagre apenas para ferventar. Escorrer e lavar. Na panela de pressão, cozinhar a dobradinha por mais 20 minutos depois que der pressão. Escorrer, lavar novamente e reservar. Novamente na panela de pressão, aquecer o azeite e dourar o alho, a cebola, o tempero e o colorau. Pôr o bacon, o paio, a carne, a dobradinha, as pimentas, o pimentão e cobrir com cerca de um litro de água quente. Tapar e deixar cozinhar por 40 minutos depois que der pressão. Passar a mistura para uma panela, de preferência de barro, salpicar cheiro-verde e servir.



Receita fornecida por
Luiz Roberto Andrade Santos,
de Teófilo Otoni: (33) 8416-9252

TAVITO AO VIVO NO ESTUDIO SHOWLIVRE (EXCLUS.CSDT)

Excelente show no Estúdio Showlivre  onde Tavito celebra seus grandes sucessos.
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CANTO SAGRADO

domingo, 9 de julho de 2017

RICARDO RODRIGUES - TONS


“Tons” é o primeiro álbum de Ricardo Rodrigues como compositor e sugere um olhar musical (dentre tantos possíveis) sobre a cultura mineira e suas vertentes.
Uma das principais intenções deste trabalho é promover um encontro entre o som rústico e o moderno, entre a caixa de folia e o cello, bem como viajar da viola caipira à guitarra jazzística.
Este CD foi lançado em Novembro de 2008.

Estrada de Chão, Chão de Fulô
Fulô de Capim, Capim já secou
Secou lá no Sol, Sol da Manhã
Manhã já de Pé, de Pé na Estrada
  –
Chinelo na Mão, Mão do Suor
Suor de Jardim, Jardim de Café
Café já cuou, Bolo cresceu
Burraio firmou, e o Cheiro espalhou.


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CANTO SAGRADO

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS

No século XVI, toda a região do sul do atual estado brasileiro de Minas Gerais era território disputado entre vários povos indígenas brasileiros: a oeste, situavam-se os caingangues; ao sudoeste, situavam-se os tupiniquins; a sudeste, situavam-se os tupinambás e, a leste, situavam-se os puris. Remonta ao tempo da bandeira de Fernão Dias Paes Leme, em 1674, a origem dessa cidade encravada na Serra da Mantiqueira, no sul do Estado de Minas Gerais. Situada logo após um marco geográfico bastante notável na serra, a Garganta do Embaú, por onde passou a expedição liderada por aquele bandeirante, teve sua localização descrita em documentos que dão origem ao nome da cidade. Constam também expedições de Jacques Felix, fundador de Taubaté e seu filho de mesmo nome, em expedições anteriores, datadas de 1646, pela região, que podem ter dado origem ao povoamento mais antigo. Este caminho ficou conhecido, mais tarde, como Caminho Velho da Estrada Real. No caminho descrito por André João Antonil, consta o nome do Ribeirão do Passatrinta, logo após a descida da serra da Amantiqueira, mas segundo nota de Andrée Mansuy Diniz Silva, o nome atual desse afluente do Rio Verde é Passaquatro, ou Passa Quatro.[9]
A região começou a ser povoada mais ativamente na segunda metade do século XIX após ser elevado a Distrito em 1854, servindo de parada para quem atravessava a Mantiqueira e se dirigia à cidade de Pouso Alto pela Estrada Real (Caminho Velho). Em 1884, a antiga Estrada de Ferro Minas-Rio, construída pelos ingleses, contribuiu decisivamente para aumentar o povoamento e desenvolvimento da região, tendo tido em sua inauguração a presença do governante de então, o Imperador D. Pedro II. Em 1888, separou-se de Pouso Alto e emancipou-se como município de Passa Quatro pela Lei 3 657 de 1 de setembro, passando esse dia a ser feriado municipal em comemoração do Dia da Cidade.
A cidade teve como autor de seu projeto inicial de saneamento e coleta pluvial o engenheiro sanitarista Paulo de Frontin, que hoje dá nome uma das praças da cidade, localizada no largo da estação ferroviária.
Em 1912, a cidade abrigou uma expedição científica internacional cujo objetivo era estudar a ocorrência de um eclipse solar. Na ocasião, cientistas de diversos países, chefiados pelo astrônomo Henrique Morize, diretor do Observatório Nacional, compareceram junto com uma comitiva da qual fazia parte o Marechal Hermes da Fonseca, presidente da república. O fenômeno foi pouco observado devido às más condições atmosféricas naquele dia.
Foi palco de dois episódios militares do século XX, as revoluções de 1930 e 1932 (em tal Revolução, atuou como médico no hospital municipal o futuro presidente Juscelino Kubitschek). Em 1941 foi considerada Estância Hidromineral pelas propriedades medicinais de várias de suas fontes de águas óligo-minerais, radioativas na fonte, principalmente devido à grande concentração de radônio e torônio.