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domingo, 26 de março de 2017

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS




Santana do Riacho é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte e Microrregião de Sete Lagoas e localiza-se a norte da capital do estado, distando desta cerca de 100 km. Ocupa uma área de 676,76 km², sendo que 0,36 km² estão em perímetro urbano, e sua população em 2013 era de 4 211 habitantes, sendo então o 699º mais populoso do estado mineiro.
A sede tem uma temperatura média anual de 21,9°C e na vegetação do município predominam os campos rupestres, o cerrado e a mata atlântica. Com 57% da população vivendo na zona urbana, a cidade contava, em 2009, com três estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,655, considerando como médio em relação ao estado.
O povoamento do lugar teve início no decorrer do século XVIII, com a extração de minerais, atividade econômica que, juntamente com a agricultura, foi a responsável pelo crescimento demográfico observado até o século XX. Estando a cidade situada entre as serras do Cipó e do Espinhaço, o turismo ecológico passou a ser mais explorado a partir da década de 1950, vindo a ser emancipada em 1962 e instalada em 1º de março de 1963.
No município estão várias trilhas, morros e montanhas propícios a escaladas, cânions, cachoeiras e piscinas naturais de águas cristalinas, além de uma grande variedade de espécies animais e principalmente vegetais, sendo que o distrito da Serra do Cipó é uma das principais portas de entrada do Parque Nacional da Serra do Cipó, criado em 1972 com objetivo de preservar a biodiversidade local e os atrativos naturais existentes.



Os primórdios do atual município de Santana do Riacho remontam ao período colonial brasileiro, quando chega à região um bandeirante, que parou para descansar próximo a um riacho (surgindo então o primeiro nome do lugar, Riacho Fundo). Ao explorar o local, o bandeirante entra em contato com a população indígena local, incluindo uma índia e uma pequena menina perdidas, a quem acolheu. A índia veio a falecer pouco tempo depois e a criança continuou a ser cuidada pelo bandeirante, sendo que quando crescida ambos tiveram vários filhos cujos descendentes deram procedimento ao povoamento da região.
A exploração da região, no entanto, tem seu início em maio de 1744, quando a posse do lugar, denominado Fazenda Riacho Fundo e pertencente à Comarca de Serro Frio, foi dada ao Sargento-mor Antônio Ferreira de Aguiar e Sá. A região se expandia economicamente devido a agricultura. Em 27 de outubro de 1759 inaugura-se a capela local, criando-se pela lei provincial nº 1355, de 6 de novembro de 1866, o distrito de Santo Antônio do Riacho Fundo, pertencente a Conceição do Mato Dentro; segundo a prefeitura, o distrito teria sido criado ainda no século XVIII, pertencente a Conceição do Mato Dentro, sendo extinto em 17 de março de 1836, com território anexado a Morro do Pilar e recriado em 15 de abril de 1844.
Pela lei estadual nº 319, de 16 de setembro de 1901, o distrito passa a pertencer a Santa Luzia do Rio das Velhas (atual município de Santa Luzia), passando a denominar-se simplesmente Riacho Fundo pela lei estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923. Pela lei estadual nº 148, de 17 de dezembro de 1938, Riacho Fundo passa a pertencer ao município de Jaboticatubas, criado sob o mesmo decreto, sendo elevado à categoria de município pela lei estadual nº 2764, de 30 de dezembro de 1962. A instalação oficial veio a ocorrer em 1º de março de 1963, sendo constituído do Distrito-Sede e Cardeal Mota (que passou a denominar-se Serra do Cipó em maio de 2003). O nome recebido pelo município remonta ao riacho frequentado pelo bandeirante que estava a explorar o local e à padroeira municipal, Santa Ana.
Na década de 1970 é criado o Parque Nacional da Serra do Cipó, com objetivo de proteger a fauna, a flora e os bens naturais pertencentes à Serra do Cipó, com área total de área de 33 800 hectares e englobando, além de Santana do Riacho, os municípios de Jaboticatubas, Morro do Pilar e Itambé do Mato Dentro. O turismo, presente desde a década de 1950, passou a representar uma das principais fontes de renda, com a construção de dezenas de estabelecimentos comerciais, hotéis, pousadas, áreas de camping estruturadas e propriedades rurais.



DELICIAS DE MINAS

VIRADO DE BANANA - PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE CAMBUÍ - MG
Virado de Banana

O virado de banana é a iguaria mais típica de Cambuí, mas por alguma estranha razão, não se encontra em lugar algum para se consumir. A verdade é que a tradição é consumir em casa mesmo, no café da manhã ou da tarde, ou naqueles dias chuvosos.

A origem da receita se perdeu no tempo. Alguns dizem que ela remonte à época dos bandeirantes, quando os 3 igredientes principais (banana, farinha de milho e queijo) eram produzidos na região. E o costume permanece até hoje. Desde 2006 o virado de banana está no livro de patentes do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA. O próximo passo será o tombamento da receita.

Ingredientes
Serve: 5
• 6 bananas maduras e firmes picadas em rodelas
• 2 colheres (sopa) de manteiga
• 6 fatias finas de queijo minas
• 1/2 xícara de açúcar
• 1 colher (chá) de canela em pó
• 4 colheres (sopa) de farinha de milho, ou quanto baste

Modo de preparo
Preparo: 5 mins  -  Cozimento: 10 mins  -  Pronto em: 15 mins
1. Em uma frigideira, derreta a manteiga e frite as bananas.
2. Cubra com as fatias de queijo e vá mexendo devagar, em fogo brando, para que possam derreter.
3. Polvilhe com o açúcar misturado com a canela. Por último, vá polvilhando com a farinha de milho, até formar uma mistura solta e leve. Sirva a seguir, ainda quente.

Dicas:
• A manteiga pode ser substituída por 2 colheres (sopa) de óleo.
• Para cortar a acidez, que pode provocar azia, acrescente 1/2 xícara de leite depois que a banana estiver frita.
• Nunca permita que a banana se desmanche totalmente.
• Use sempre farinha de milho caipira, de pequenas fecularias.
• Sirva bem quente, a ponto de quase queimar o céu da boca, com café coado na hora.

ZÉ GERALDO CONVIDA FRANCIS ROSA - AO VIVO (exclusividade canto sagrado)

Zé Geraldo possui extensa e bem cultuada carreira musical. Lançando discos desde meados dos anos 70, quando ainda era chamado de ZeGê, Zé Geraldo é hoje um dos mais completos artistas brasileiros. Afinal, como diria seu amigo, o cantor e compositor Guarabyra: "A sua voz ecoa nos rodeios e nas universidades fazendo sonhar, fazendo sorrir e dançar. Sem preconceito... É o inacreditável mundo de Zé Geraldo. Um brasileiro e tanto".
Com um público fiel e que está em constante renovação, Zé Geraldo tem a honra de ver seus versos sendo cantados em uníssono a cada show que faz. E música é o que não falta na ponta da língua dos fãs. Em 40 anos de estrada, já lançou mais de 15 álbuns inéditos, além de relançamentos e coletâneas com os grandes sucesso de sua bem-sucedida carreira.
Para a apresentação no Estúdio Showlivre, Zé convida o cantor e compositor Francis Rosa. Francis tem em seu repertório canções que traduzem seu amor e respeito pela serra da Mantiqueira, onde foi nascido e criado.
O show foi muito bem elaborado com cada momento um entoava suas versões de sua autoria.
Zé e Francis já são bastante amigos algum tempo e o Zé teve a participação em dois discos do Francis que esta sendo postado no TERRA BRASILIS.
Me chamou muito atenção o video do show em que o Ze faz uma versão "Hey Joe" do Jimy Hendrix com um violeiro caipira tocando rhythm and blues com uma afinadíssima Fender e o Francis arrasou no solado sem contar com a empolgação ao estilo Neil Young, um show a parte.

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CANTO SAGRADO

GÊ LARA E LEMÃO - HERANÇA (repost a pedido)

Eu tive o grande prazer de assistir o belíssimo show de lançamento deste disco na cidade vizinha de Itauna - MG em 1998, simplesmente inesquecível o carisma dos irmãos Divinopolitanos .
Lembrando que Lemão era baterista do lendário grupo Adcanto também de Divinópolis nos anos 70/80.
Vale destacar a musica "Terra" que no meu gosto pessoal esta entre os grandes clássicos da musica mineira, acho que Gê Lara estava louco o dia que compôs esta pérola.
Esta repostagem é a pedido do seguidor do blog Antonio Lino, no dia 14 de dez/2016 foi postado cantos de natal também de Gê Lara e Lemão.


01 - A Mesma Tarde (Gê Lara)
02 - Desamparado (Túlio Mourão)
03 - Terra (Gê Lara)
04 - Eterno Instante (Gê Lara)
05 - Dois Nós (Gê Lara)
06 - Estória de Contador (Djavan)
07 - Herança (Gê Lara)
08 - Santo Rei (Domínio Público)
09 - Viaje de Trem (Gê Lara)
10 - Acordar (Gê Lara)
11 - Querer (Gê Lara)
12 - Psalmus (Claude Goudimer)

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CANTO SAGRADO

sábado, 25 de março de 2017

SERGIO PENNA - MINHA GERAIS (exclusividade canto sagrado)

Mineiro de Santa Rita do Jacutinga sul de Minas, violeiro, cantor,
compositor, produtor musical e arranjador.
É professor de viola e criador do grupo Violeiros Matutos,
onde atua como violeiro solo e vocalista.
Passou a infância típica de menino do interior mineiro,
no cotidiano do sítio onde nasceu e cresceu ouvindo
causos e música no radinho de pilha, daqueles que eram
seus ídolos e pioneiros da tradição caipira como
Tião Carreiro e Pardinho, Liu e Léo, Tonico e Tinoco,
entre outros.
Em 1993, como tantos que saem de suas
cidades para tentar a sorte na cidade grande,
Sérgio mudou-se para São Paulo já como músico viajando
pelo interior do estado.
Cursou viola caipira de 2000 a 2005
na escola CEM - Centro de Estudos Musicais Tom Jobim.
De 2000 a 2003 fez parte da Orquestra Paulistana de Viola Caipira
atuando como violeiro solista.
Desenvolveu seu estilo próprio
de tocar e decidiu convidar alguns músicos para fundar
o grupo Violeiros Matutos, um grupo típico de resgate e
preservação da cultura caipira, com músicas que relatam
o dia-a-dia do homem do campo, com estilo próprio e cativante.


Trajetória de Sérgio Penna

Em 1993 saiu de Santa Rita do Jacutinga,
MG e veio para Mogi das Cruzes.
De 1995 a 2001 foi contrabaixista de banda.
Em 2000 entrou na escola de música CEM
(Centro de Estudos Musicais Tom Jobim)
vindo a concluir o curso de viola caipira em 2005.
De 2000 a 2003 fez parte da Orquestra Paulistana de Viola Caipira.
Em 2002 fundou o grupo Violeiros Matutos com o qual gravou quatro CDs.
O ultimo gravado em 2009 somente com músicas de sua autoria.
Em 2005 participou do festival Syngenta de Viola Instrumental.
No ano de 2006 ganhou o projeto de Lei de Incentivo à Cultura
da Prefeitura Municipal de Amparo/SP, CD TERRA BRASIL,
projeto este que consiste numa pesquisa sobre música caipira
com os integrantes do Coro de Meninos de São Francisco de Assis
e gravação de algumas manifestações culturais mineiras e músicas de sua autoria.

Como músico de estúdio fez gravações no disco CINE MAZZAROPI
do cantor Zé Paulo Medeiros, no disco ALMA CAIPIRA
do cantor Cláudio Lacerda entre outros.
-Em 2005 participou do Prêmio Syngenta de Viola Caipira
com a música “Minha Gerais”
-Sérgio Penna lançou em 2011 seu disco solo com músicas instrumentais
de sua autoria (com arranjos e produção própria), explorando as variadas afinações existentes na viola caipira.
Em 2011 produziu CD da Orquestra Feminina Viola de Saia.
-Em 2012 fez a trilha sonora com viola e rabeca no livro ilustrado com texto em forma de cordel dos autores Fábio Sombra e Maurício de Sousa: “A peleja do Violeiro Chico Bento Com o Rabequeiro Zé Lelé”. O livro vem acompanhado de um CD com a locução de Almir Sater.
-Em 2012, com o grupo Violeiros Matutos, na etapa eliminatória do festival “Viola de Todos os Cantos” da EPTV (filiada à Rede Globo), ocorrida em Araraquara,SP, a música “Minha Sina” de sua autoria, defendida pelo grupo, classificou-se em primeiro lugar, garantindo a participação na etapa final do evento, em Poços de Caldas, MG, quando conquistou o 3º lugar, na categoria “música raiz”.
No “Troféu Voto Popular”, também na categoria raiz, a canção “Minha Sina” foi a mais votada.
-Em 2013 Sérgio Penna foi contemplado com o Prêmio Rozini/Instituto Brasileiro de Viola Caipira na categoria Violeiro Solo. A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu no Memorial da América Latina em São Paulo.
-Com o parceiro Fábio Sombra, pela Zit Editora Sérgio Penna tem duas publicações de livros infantis. O primeiro “Duas Festas de Ciranda” e o segundo “Mês de Junho Tem São João”, ambos acompanhados com músicas típicas do estilo criadas pelos próprios autores.
Pela Giramundo Editora, uma de suas composições “Brincadeiras no Sertão” virou um livro ilustrado também para o público infantil. Essas ilustrações acompanham a letra da música onde Sérgio Penna relata suas brincadeiras de infância vivida na roça onde nasceu.
-Em 2013 foi lançado o filme “Frei Galvão, o Arquiteto da Luz” que mostra a vida do primeiro santo brasileiro, Antonio de Santana Galvão, mais conhecido como Frei Galvão, o primeiro Santo Brasileiro. Sérgio Penna participa com arranjos de viola caipira na trilha sonora do filme, além de ter composto com Malcolm Forest, o cantor, compositor e também produtor do filme a moda de viola com o título “O Maior Brasileiro”. Está gravando, em dupla com Fabíola Mirella o cd que será intitulado – Estrada de Terra.
-Atualmente lança, em dupla com Fabíola Mirella, o álbum intitulado Estrada de Terra – contendo 15 faixas sendo uma delas a regravação da Música Aquarela de Toquinho e Vinícius.


Neste excelente disco que tem cheiro de mato, Sergio fez uma nova versão de "tempos atrás" musica de sua autoria e que tem versões na voz de Claudio lacerda, Manuvei entre outros.
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CANTO SAGRADO


sexta-feira, 24 de março de 2017

SAULO LARANJEIRA E BANDA - LUA CLAREOU (exclusividade canto sagrado)

Um dos artistas mais completos do Brasil, ícone e embaixador da musica do Vale do Jequi.
Sou fã incondicional de Saulo desde 1988 quando iniciou o programa Arrumação na Rede Minas.
No seu primeiro DVD Saulo Laranjeira é acompanhado por uma banda de musicalidade envolvente, apresenta suas influências musicais e poéticas. Em um show que encanta o público, os sons dos diversos Brasis, com um repertório peculiar de um artista múltiplo. Lua Clareou inspira o amor pela nossa identidade, uma brasilidade que anda esquecida e que é consistente rica e plural.
Com a sonoridade dos diversos Brasis e a sua postura de cantador, os shows de Saulo Laranjeira firmam a atemporalidade da MPB, e resgatam a aura das cantorias e dos saraus poéticos, e a alegria das festas brasileiras.
O cd contem 15 musicas e o DVD 17 com "O violeiro" de Elomar e "Prosa Mineira" de Miltinho Edilberto e Graco Lima Jr a mais.
Disco indicado ao Premio da musica Brasileira 2017.

Magnifico disco e DVD !!!!!
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Onde adquirir o DVD
http://lojamusicaquevemdeminas.blogspot.com.br/

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CANTO CONSAGRADO



terça-feira, 21 de março de 2017

VICENTE FERREIRA E CHICO LOBO - LOUVAÇÃO (exclusividade CSDT)


Projeto que reúne o cantor Chico Lobo e o padre redentorista Vicente Ferreira, o álbum Louvação mostra a rica e sublime sonoridade do compositor mineiro entoando folias e toadas, canções que mergulham no universo místico das crenças e tradições da viola caipira. O instrumento que melhor reflete a alma do Brasil raiz nos dedos afinados e inspirados do violeiro, se mistura a poemas de amor e fé interpretados pelo poeta que comemora 25 anos de vida religiosa, exaltando valores como fraternidade e devoção. A parceria criou 12 temas, sendo sete canções embaladas por cinco textos poéticos e reflexivos. O disco que tem lançamento da gravadora Kuarup e conta com a produção do músico Ricardo Gomes apresenta como destaque a canção Louvação, melodia lírica que dá título ao disco e mostra o canto dolente do violino na performance do músico Bruno Silveira, lembrando as clássicas rabecas além da tradicional viola nordestina dedilhada por Chico Lobo, com sua letra inspirada na sina de entregar ao Divino o cotidiano de plantar e colher, com esperança de vencer a seca do agreste. Outra faixa especial é Bandeira da Paz, inspirada folia com violas, violinos e a percussão especial do músico Carlinhos Ferreira ( na minha opinião o melhor percussionista do Brasil) que cumpre papel de grande importância nas comunidades rurais, festas religiosas, enaltecendo a amizade e união das pessoas.

Veja também a release do disco pelo Jornalista e colaborador do blog Marcelino Lima administrador do blog   https://barulhodeagua.com

920 – Chico Lobo e Monsenhor Vicente Ferreira lançam “Louvação ...

 Maravilhoso disco, o meu acabou de chegar e ouço todos os dias, e se vc gostou adquiri o original valorize a obra do artista, vale a pena.

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CANTO SAGRADO